As criptomoedas estão em alta e ganhando cada vez mais a confiança dos consumidores no Brasil e no mundo. A partir dessa tendência do mercado, a MundiPagg e o Grupo Reserva se juntaram para suprir essa necessidade do meio de pagamento e deram o pontapé inicial para essa nova forma de transação digital: o Bitcoin.

A partir de agora, os sites da Reserva e Reserva Mini passam a aceitar Bitcoin como opção de pagamento. As marcas são as primeiras varejistas de relevância no ramo da moda no país a aceitar criptomoeda.

João Barcellos, CEO da Mundipagg, destaca a importância da parceria para a possibilidade de novos negócios.

“A Mundipagg é uma empresa que admira soluções disruptivas e, acima de tudo, acredita que pagamentos devem ser fáceis. A Reserva tem sido um grande parceiro nos últimos dois anos, e quando nos procuraram querendo inovar ao aceitar Bitcoin, abraçamos a ideia”, afirma.

Como funciona uma transação por Bitcoin?

Ao finalizar o pedido no e-commerce da Reserva, além das opções tradicionais de cartão de crédito, débito e boleto, o consumidor poderá escolher a forma de pagamento Bitcoin.

Quando ele realizar o pagamento com esse meio, a Reserva vai enviar uma requisição de criação de pedido para MundiPagg, que automaticamente criará a transação e realizará a conversão de real para Bitcoin, considerando a cotação daquele momento.

Esse valor é retornado para a Reserva na resposta da criação do pedido, exibindo o valor da compra em bitcoin para o comprador efetuar o pagamento. Todo esse processo acontece em milissegundos.

Bitcoin: uma tendência no pagamento digital

Criado em 2008, o Bitcoin é uma forma de dinheiro comparada a uma moeda como o real ou o dólar, mas é inteiramente digital e não é emitida por nenhum banco ou governo, e sim, pela internet.

Todas as transações são feitas no ambiente virtual e os dados são criptografados. Isso garante ao consumidor a segurança na hora da compra e no armazenamento das informações. As moedas são guardadas em uma espécie de carteira virtual e para comprar Bitcoins é necessário ter saldo em reais.

Em 2017, a valorização do Bitcoin cresceu consideravelmente. Em janeiro era avaliada em pouco mais de mil dólares, enquanto em dezembro já valia mais de 10 mil dólares. Quanto maior a procura pela moeda, mais cotada ela fica, o que mostra o grande boom desse meio de pagamento.

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Simone Chaves

Simone Chaves

Formada em Comunicação Social - Jornalismo pela UFRRJ, atua como Analista de Marketing na MundiPagg.
Simone Chaves