Segurança em e-commerce: está aí um fator fundamental para o sucesso de todo e qualquer tipo de loja virtual. Engana-se quem pensa que os visitantes se transformarão em clientes mesmo com a impressão de que o seu site não é um ambiente seguro para navegar.

Com um mercado cada vez mais disputado, ter produtos de qualidade, realizar campanhas de marketing e oferecer boas promoções está longe de ser o suficiente para agradar os consumidores. É preciso muito mais do que isso. E um dos pontos mais importantes é garantir que o seu negócio esteja protegido contra fraudes e invasões.

Você forneceria seus dados pessoais e dos cartões de crédito para qualquer um? É provável que não e é exatamente assim que os usuários pensarão ao perceber que não estão seguros no seu e-commerce. Isso significa que pecar na segurança fará com que as pessoas não o procurem mais.

Pensando nisso, preparamos este artigo com seis dicas para reduzir as fraudes e garantir a segurança em e-commerce. Confira!

1. Exija políticas de segurança

Em primeiro lugar, exija políticas de segurança, começando pela própria plataforma de e-commerce: invista em uma solução confiável e conhecida pelo mercado, que utilize protocolos de segurança de forma integrada, tais como:

Certificado digital SSL

Obrigatório para qualquer e-commerce, o certificado digital SSL (ou somente SSL) é uma tecnologia que faz a criptografia dos dados fornecidos pelos clientes, dificultando, desse modo, a ação dos “agentes” mal-intencionados.

Blindagem de sites

Desenvolvido para proteger sua loja contra invasões e outras ameaças, a blindagem de sites é um termo utilizado para descrever um software que, por sua vez, tem o propósito de proteger a sua loja contra os invasores.

Basicamente, esse sistema bloqueia o acesso dos hackers às informações dos clientes e ao seu banco de dados. Ele pode evitar problemas como a inserção de vírus/malware, a queda do site e, claro, o sequestro dos dados, por exemplo.

Além desses, há também o ClearSale, um instrumento que auxilia na identificação das possíveis fraudes com os cartões.

2. Invista em um bom sistema de pagamento

Tão importante quanto a necessidade de investir em um bom sistema de pagamento, que assegure o tráfego das informações financeiras sem que seja preciso se preocupar com vulnerabilidades e falhas de segurança.

Nesse sentido, atenção para a certificação PCI DDS, ou melhor, se o fornecedor a oferece como parte integrante do sistema. Para sua melhor compreensão, o certificado PCI DDS (Payment Card Industry Data Security Standard) foi criado pelas principais operadoras de cartão, como Visa e MasterCard.

E o que ele representa? A resposta: um comitê independente que desenvolve certificações de segurança em âmbito mundial, que se tornaram requisito básico para as organizações que utilizam cartões de crédito como forma de pagamento.

Em resumo, o certificado PCI DDS é o que dita as normas de proteção e segurança para todas as empresas que operam e armazenam dados sigilosos dos portadores de cartão. Assim sendo, por manipular essas informações, escolha um sistema de pagamento que tenha essa certificação.

3. Adote um sistema antifraude

O próximo passo é adotar um sistema antifraude. Sim, mesmo com todos os protocolos e certificações de segurança, seu e-commerce ainda estará à mercê dos fraudadores.

De forma clara e objetiva, essa tecnologia é capaz de analisar o comportamento dos usuários, mais especificamente durante o ato de compra, quando os dados financeiros estão sendo inseridos na página de checkout.

Essa análise ocorrerá em tempo real, identificando o número dos cartões de crédito e os conectando com as suas operadoras, de modo a descobrir se eles são legítimos (clonados) ou não.

Não o bastante, além da validação dos códigos de segurança dos cartões, os sistemas antifraude são inteligentes a ponto de rastrear os dispositivos de compra, descobrindo a localização dos trapaceiros.

4. Reivindique senhas fortes

Embora seja você o responsável por manter seguras as informações dos clientes, exija senhas fortes. Quanto mais complexas elas forem, mais difícil será a vida dos criminosos virtuais, disso não há a menor dúvida.

A orientação é a seguinte: peça no mínimo oito caracteres, mesclando letras, números e símbolos. Aqui, é válido ser um pouquinho “chato”, afinal, essas exigências são para o bem de todos: por incrível que pareça, ainda existem aqueles que colocam a data de nascimento como a senha de acesso.

5. Consulte a documentação

Outra dica é consultar a documentação. Nesse caso, basta verificar se o CPF do comprador corresponde ao CPF que está cadastrado no seu site. Esse simples cuidado pode evitar alguns problemas, já que a não conferência desses dados pode indicar uma fraude.

6. Entre em contato com o cliente

Por fim, entre em contato com o cliente. Nas situações fraudulentas, mais uma vez, as informações fornecidas no ato de compra provavelmente estarão erradas ou até mesmo nem existam.

Assim sendo, para se certificar de que a operação é legal, contate o cliente e exponha a situação. Se o relato for de que ele próprio fez o pedido, explique que a sua ligação foi motivada porque o seu comportamento de compra fugiu do habitual, lhe causando um certo receio para aprová-lo.

Agora, se ele falar que não efetuou a compra, você evitou uma fraude e ainda pode orientá-lo a solicitar um novo cartão, por exemplo.

Para concluir, vale ressaltar que é impossível estar 100% seguro. Os criminosos estão sempre procurando novas maneiras de praticar seus delitos.

No entanto, seguir as orientações acima descritas certamente tornará o seu site um local confiável para se navegar. É isso que se deve buscar. E lembre-se: passar segurança em e-commerce é algo de extrema importância para a credibilidade e, consequentemente, para o sucesso do seu negócio.

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